Campanha Livre da Picada alerta contra avanço da Leishmaniose e desmistifica a doença

19 set

Campanha Livre da Picada alerta contra avanço da Leishmaniose e desmistifica a doença

Ações acontecem off e on-line até o fim do ano e inclui o programa ao vivo Amigo Pet no Facebook

A Ourofino Saúde Animal inicia neste mês a nova edição da campanha Livre da Picada, que pretende orientar os tutores e médicos-veterinários quanto aos efeitos da Leishmaniose Visceral Canina (LVC) no animal infectado e, ainda, conscientizar para que o número de novos casos diminua. A doença não tem cura e, segundo Fernanda Mattos, veterinária e analista técnica da empresa, o assunto ainda desperta muitas dúvidas, o que justifica a iniciativa para desmistificar e controlar a doença transmitida pelo Flebótomo.

“A ação acontece em várias frentes, por meio de canais on e off-line. Em todas essas situações, reforçamos os efeitos da LVC e a importância de um diagnóstico assertivo e rápido para preservar a qualidade de vida do cão afetado. Buscamos, ainda, estimular o encoleiramento do animal com uma solução ectoparasiticida, uma vez que esse tipo de produto age como inseticida e repelente, atuando direto na causa, ou seja, na eliminação do mosquito-palha, nome popular do inseto vetor”, explica.

A enfermidade, classificada como uma zoonose, costumava ficar mais restrita a áreas rurais, agora segue em desenvolvimento também nas zonas urbanas. “Por isso, a prevenção é fundamental. O fato de ser transmissível para os seres humanos gera incertezas quanto ao tratamento, porém, atualmente existe uma droga leishmanicida no mercado veterinário aprovada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o tratamento da enfermidade”, complementa a profissional. Assim, a recomendação de sacrificar o animal não é mais obrigatória e esse é o primeiro aspecto a ser desmistificado.

O cachorro portador da doença pode viver por muito anos, e com qualidade de vida, em especial quando o diagnóstico é feito precocemente. Um entrave, alerta a especialista, é a dificuldade de identificar a doença. “O primeiro fato complicador é que alguns cães podem ser assintomáticos e viver anos com a doença sem manifestar qualquer indício de infecção por conta da resposta imunológica, que é muito individual”, esclarece.

No entanto, quando manifestados, os indícios da LVC são característicos: vômito, fraqueza, emagrecimento, acentuada queda de pelos, feridas de difícil cicatrização no focinho, orelhas e patas e um crescimento anormal das unhas.

Ainda dentro do campo investigativo, outra dificuldade é a similaridade entre os sintomas apresentados pela LVC e diferentes patologias. “A análise laboratorial que atesta o contágio pode não ser adotada imediatamente por esse motivo. O nosso trabalho durante a campanha se estende a conscientizar o veterinário a esse respeito e também acerca do crescimento da doença em áreas que no passado eram de menor risco, além de buscarmos tirar todas as dúvidas que possam ter sobre métodos preventivos”. No portfólio da Ourofino, a coleira Levree é um dos produtos que podem ser adotados. Com função ectoparasiticida, ela conta com uma eficiência comprovada de 95% para a morte do vetor.

Para Fernanda, é importante destacar que já existem outras soluções no mercado para frear o avanço da LVC, mas que, ainda assim, a coleira é uma medida profilática indispensável. “Isso porque é um item que age como repelente e inseticida simultaneamente. Sendo uma forma mais eficiente de evitar um maior número de casos e agindo na mortalidade dos vetores”, salienta.

A campanha Livre da Picada acontece anualmente. Na internet, o site Livredapicada.com.br fica sempre ativo e contém várias informações  em formato de perguntas e respostas sobre a LVC e, ainda, faz um alerta para a prevenção de outras doenças associadas a outros parasitas, as pulgas e os carrapatos.

Também pela web, a edição de setembro do programa Amigo Pet, transmitido pelo Facebook, na página do mascote da companhia Byte Amigo Pet, abordará a Leishmaniose. No dia 26, às 19h (horário de Brasília), o especialista Estevam Guilherme Lux Hoppe, docente da disciplina Enfermidades Parasitárias e Zoonoses do curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp, falará ao vivo sobre o tema. No Youtube, no canal da Ourofino Saúde Animal, está disponível um vídeo rápido e didático sobre o ciclo de vida do Flebótomo. Acesse aqui.

No decorrer da campanha, a equipe da empresa percorrerá clínicas para realizar um trabalho informativo com os profissionais da área e para disponibilizar materiais sobre o tema para consulta. 

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