Pensando nos animais, Avenida Paulista terá Ano Novo com fogos sem barulho

10 dez

Pensando nos animais, Avenida Paulista terá Ano Novo com fogos sem barulho

O réveillon deste ano promete ser diferenciado para a Avenida Paulista, principal logradouro do município de São Paulo, uma vez que os paulistanos desfrutarão da grande festa da virada do ano com fogos de artifício de baixa emissão de som, os chamados fogos silenciosos.

Em respeito à Lei Municipal 16.897/18, promulgada pela Câmara Municipal de São Paulo, pela primeira vez na história, a decisão implica no veto completo aos rojões com estampidos. Em suma, o aspecto visual e artístico da queima de fogos permanece, sendo retirado da festa a poluição sonora que os rojões causam todos os anos.

Visando diminuir e evitar transtornos com idosos, crianças, pessoas com deficiência e animais, – que são suscetíveis a sofrerem efeitos colaterais causados pelos intensos ruídos, – a Lei Municipal teve extenso apoio de grupos de defesa dos animais e associações não-governamentais cidade afora.

Apesar de não ter revelado o nome da empresa contratada para organizar o espetáculo, e nem quanto foi investido para a festa, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) garantiu que o evento de réveillon obedecerá à legislação e a promessa de ruído zero com os fogos de artifício, sob o amparo da prefeitura.

Uma iniciativa semelhante surgiu em Florianópolis, onde foi estabelecido que a festa de fim de ano promovida na cidade contará apenas com fogos de artifício sem estampido (silenciosos), após aprovação de lei no parlamento, pressionada por grupos de defesa dos animais.

Assim como em São Paulo, a decisão das autoridades foi tomada levando em conta os transtornos que grupos considerados sensíveis passam todos os anos – como pessoas idosas, crianças, pessoas com deficiência e animais em geral. A notícia foi recebida com aclamação pelos cidadãos da ilha da magia e também por usuários nas redes sociais.

Uma tecnologia foi desenvolvida a partir de um composto de bombas silenciosas que, quando misturadas quimicamente, produzem um efeito de queima mais lenta e gradual.

Histórias como a da cadela Nina, que morreu no réveillon do ano passado devido ao barulho gerado pelas explosões sensibilizaram milhares de pessoas na internet, que passaram a protestar por leis regulatórias mais duras contra fogos de artifício barulhentos.

De acordo com sua dona, apesar de nunca ter demonstrado ter medo de rojões, Nina não resistiu ao estresse causado pela grande proximidade das explosões, uma vez que a audição mais apurada dos cães em relação aos seres humanos tornam-os mais sensíveis ao barulho, podendo levá-los, em níveis extremos, à morte.

 

Fonte: Razões para acreditar

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