16 de Julho de 2014

Leucemia Felina (FeLV): saiba mais sobre esta doença que aterroriza a saúde dos bichanos

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Muitas doenças podem prejudicar a saúde dos gatos. No entanto, algumas são consideradas mais perigosas do que outras, como é o caso da Leucemia Felina ou simplesmente FeLV (Feline Leukemia Virus). Assim como o a AIDS Felina FIV(Feline Immunodeficiency Virus), o vírus da Leucemia Felina também prejudica o sistema de defesa do organismo, deixando os bichanos predispostos a diversas doenças.

Nem todos os gatos que entram em contato com o vírus desenvolvem seus sintomas e complicações, porém um terço dos felinos passam a apresentar todos os sintomas e as consequências da infecção, indo a óbito em um período de até três anos após a identificação do vírus.

Os bichanos podem entrar em contato com o FeLV através da saliva, secreções nasale e oculares, fezes e urina de gatos infectados. Gatinhos saudáveis podem ser infectados pela mãe contaminada na hora do parto ou da amamentação.

Durante a fase inicial de infecção, animais com sistema de defesa bem preparado podem eliminar o vírus. Desta forma a Leucemia Felina é encontrada em três categorias diferentes determinadas de acordo com a gravidade e a reação do organismo: a infecção sendo regressiva quando o organismo consegue eliminar o vírus, progressiva quando o gato contaminado apresenta diversos sintomas e consequências, e a latência onde o vírus se esconde na medula óssea do animal causando diferentes tipos de problemas.

Vale ressaltar que assim como na FIV, um animal com FeLV pode passar anos sem apresentar nenhum sinal de doença. Desta forma, ele se torna um importante agente propagador do vírus no ambiente e para outros animais. O diagnóstico precoce é importante para evitar o aumento da propagação do vírus por estes transmissores.

Os bichanos acometidos podem demorar muito tempo para apresentarem algum sintoma decorrente desta infecção e há um conjunto de sintomas que podem aparecer em gatos com FeLV como perda de peso, anemia, depressão, diarreias ou prisão de ventre, tumores, dificuldade respiratória, baixa resistência e até abortos. É importante lembrar que estes sintomas nãos são específicos da FeLV e podem ser encontrados em outras enfermidades. Somente o médico veterinário, através de exames laboratoriais, vai conseguir identificar se a contaminação é pelo vírus da Leucemia Felina. Em alguns casos esses exames devem ser repetidos mais vezes para ter certeza da presença do vírus.

A melhor forma de prevenir que o bichano não se contamine é pela da vacinação.  A vacinação deve ser iniciada em gatos filhotes com cerca de oito a dez semanas de vida, sendo essa dose repetida após três ou quatro semanas da primeira. A vacina é uma ótima aliada na prevenção, pois mantém os amigos felinos protegidos mesmo aqueles que costumam ter acesso à rua e a outros gatos.

Essa terrível doença, assim como a FIV, não tem cura. O que se faz em caso de felinos acometidos é tratar os sintomas e as complicações decorrentes da enfermidade com objetivo de amenizar o sofrimento e prolongar sua vida com qualidade.

No próximo post daremos início a uma série de textos com informações sobre como cuidar e melhorar a velhice de nossos pets.

 

Referências:

Conheça a FeLV – Leucemia Felina. Disponível em: http://www.cachorrogato.com.br/gato/felv-leucemia-felina/.

As doenças que assombram nossos gatos: FIV e FeLV. Disponível em: http://www.provet.com.br/artigo/veterinarios/as-doencas-que-assombram-nossos-gatos-fiv-e-felv/21/.

Leucemia Felina ou FeLV: saiba mais sobre essa doença que pode matar os gatos. Disponível em: http://www.agendapet.com.br/2014/01/leucemia-felina-ou-felv-saiba-sobre-essa-doenca-que-pode-matar-os-gatos.html.

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